quarta-feira, 24 de julho de 2013

A imprensa sempre manipulando os fatos

Nos mijam e a imprensa murdochiana diz que chove
A imprensa diz que ontem, nas imediações do palácio do governo do Rio de Janeiro, um manifestante foi preso com 20 coquetéis molotovs dentro de uma mochila. Uma mochila prá caber 20 coquetéis molotovs é gigante e alguém para (trans)portá-la... Mentira
Nas manifestações de junho a policia quebrou a vidraça de suas próprias viaturas para incriminar os manifestantes.

Numa passeata de cem mil pessoas, a PM do Rio avaliou em 10 mil o número de Manifestantes.

Nos mijam e a imprensa diz que chove.

A imprensa não é a instituição mais confiável, é a menos desconfiável.

No passaran 

terça-feira, 23 de julho de 2013

SEGUNDO BBC, BRASIL ELEGE SÓ LADRÕES
Numa escala de 1 a 5, onde cinco é o maior grau de corrupção, as legendas partidárias no Brasil receberam nota de 4,3. No levantamento de 2010, quando os brasileiros também elegeram os partidos como as instituições mais corruptas, a nota foi de 4,1.


 http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/07/130709_transparencia_corrupcao_fl.shtml

Para 4 em 5 brasileiros, partidos são corruptos, diz

Metade dos 2.002 brasileiros entrevistados opinam que a corrupção aumentou no país em dois anos
Um relatório da organização Transparência Internacional sobre percepção de corrupção aponta que 81% dos brasileiros acreditam que os partidos políticos são corruptos.

Numa escala de 1 a 5, onde cinco é o maior grau de corrupção, as legendas partidárias no Brasil receberam nota de 4,3. No levantamento de 2010, quando os brasileiros também elegeram os partidos como as instituições mais corruptas, a nota foi de 4,1.

Notícias relacionadasDois itens essenciais a muitas reformas políticasEx-prefeito grego pega prisão perpétua por corrupçãoCorrupção custou ao Afeganistão o dobro das receitas do país em 2012, diz relatório
Tópicos relacionadosBrasilO estudo Barômetro da Corrupção Global 2013, que ouviu 114 mil pessoas em 107 países entre setembro de 2012 e março de 2013, mostra que os partidos políticos também são vistos como as instituições mais corruptas em 51 países.

Na percepção de 72% dos brasileiros, após os partidos, o Congresso é a instituição mais corrupta, seguido pela polícia (70%), serviços médicos e de saúde (55%) e pelo Judiciário (50%).

Ainda segundo o relatório, cinco em cada dez dos 2.002 brasileiros entrevistados opinam que a corrupção aumentou no país nos últimos dois anos, resultado idêntico à média global.

E para 56%, o governo é "ineficiente ou muito ineficiente" no combate à corrupção.

ProtestosNa avaliação de Alejandro Salas, Diretor Regional das Américas da TI, os protestos que tomaram as ruas do Brasil em junho refletem a insatisfação e o "cansaço" dos brasileiros com a corrupção.

"Ter a corrupção como um dos focos das manifestações foi importante porque mostra como as pessoas estão tomando consciência sobre como isso afeta diretamente a qualidade de suas vidas", afirmou Salas à BBC Brasil.

As manifestações também espelham um dos resultados da pesquisa que revelam que 80% dos brasileiros acreditam que o cidadão comum pode agir no combate à corrupção.

"Os protestos evidenciaram que as pessoas estão de fato agindo e não apenas falando", diz ele.

Polícia e JudiciárioO documento ainda mostra que 68% dos brasileiros estariam dispostos a denunciar a corrupção, abaixo da média de 83% registrada na América Latina.

Dentro deste total (68%), 44% têm medo de represália e 42% acham que denunciar corrupção não leva a nada.

Na opinião de Salas, esses dados refletem como entidades como a Polícia e o Judiciário não tem credibilidade no Brasil.

"O (julgamento do) Mensalão no ano passado foi um bom começo, mas mostra que as entidades no Brasil têm um grande trabalho pela frente para recuperar a confiança da população brasileira", afirma Salas.

Na avaliação de 36 países, a polícia é vista como a instituição mais corrupta após os partidos políticos e é também a entidade que mais recebeu suborno, com 53% dos entrevistados nesses países afirmando que já pagaram policiais para obter algum serviço.

Em seguida vem o Judiciário, visto como a instituição mais corrupta em 20 países onde 30% dos entrevistados afirmaram já terem sido abordados com pedidos de propina a seus representantes.

No geral, 27% dos entrevistados nos 107 países pagaram propinas a instituições públicas nos últimos 12 meses, significando que não houve melhora em relação ao índice do ano passado.


OBS. o título não é de responsabilidade da BBC, e sim de quem fez a postagem aqui no CMI.

MACONHA PERTO DE SER LIBERADA NO BRASIL !!

OEA sugere possível legalização da maconha nas Américas
Um relatório sobre drogas divulgado pela Organização dos Estados Americanos (OEA) na noite de sexta-feira na Colômbia sugere a possibilidade da legalização da maconha no continente americano.
O documento é o primeiro de uma organização multilateral a admitir a possibilidade de legalização. A OEA reúne os 35 Estados independentes das Américas.

O relatório foi entregue pelo secretário-geral da OEA, o chileno José Miguel Insulza, ao presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, anfitrião da Sexta Cúpula das Américas, realizada no ano passado, quando se encomendou o relatório para analisar a chamada "guerra às drogas".

O estudo da organização concluiu que a questão do uso de drogas deveria ser tratada primordialmente como uma questão de saúde pública e que os usuários deveriam ser tratados como doentes, não processados criminalmente.

O documento também destaca as grandes somas de dinheiro que poderiam ser poupadas pelos governos com a reavaliação da guerra às drogas.

Apesar disso, o relatório diz que não há apoio suficiente entre os países membros da OEA para a legalização das drogas ilícitas consideradas mais sérias, como cocaína e heroína.

Discussões Políticas

"O relatório que a OEA nos entregou hoje é uma peça importante para a construção de um caminho que nos permita enfrentar esse problema", afirmou o presidente colombiano, um dos principais defensores de mudanças na guerra às drogas. "Agora que o trabalho real começa, que é a discussão (do relatório) no nível político", disse.

"Vamos deixar claro que ninguém aqui está defendendo nenhuma posição, nem legalização, nem regulação, nem guerra a qualquer custo. O que precisamos fazer é usar estudos sérios e bem considerados como esse que a OEA nos apresentou hoje para buscar melhores soluções", disse.

Insulza, por sua vez, disse que o objetivo do relatório era "não esconder nada" e mostrar como o problema das drogas "afeta cada país e região, o volume de dinheiro que as drogas fazem circular e quem se beneficia dele, mostrar como as drogas corroem a organização social, a saúde pública, a qualidade do governo e até mesmo a democracia".

O relatório chama a atenção para o fato de que as Américas são a única região do mundo na qual todas as etapas relacionadas às drogas estão presentes: cultivo, produção, distribuição e consumo.

Além disso, indica o documento, a região concentra aproximadamente 45% dos usuários de cocaína do mundo, cerca de 50% dos usuários de heroína e um quarto dos consumidores de maconha.

O consumo de drogas no continente gera, segundo a OEA, US$ 151 bilhões anuais somente com a venda do produto.

"A relação entre as drogas e a violência é uma das muitas causas de temor entre nossos cidadãos e contribui para tornar a segurança uma das questões mais preocupantes para os cidadãos de todo o hemisfério", afirmou Insulza. "Esta situação precisa ser enfrentada com maior realismo e efetividade se quisermos avançar", disse.

 http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/05/130518_oea_maconha_drogas_relatorio_rw.shtml

quinta-feira, 4 de julho de 2013

ESPIONANDO O SEU COMPUTADOR


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WASHINGTON - A Agência Nacional de Segurança tem acesso backdoor para todos os softwares do Windows desde o lançamento do Windows 95, de acordo com fontes bem informadas, um desenvolvimento que se segue a insistência pela agência e aplicação da lei federal para backdoor "chaves" para qualquer criptografia, de acordo com Joseph Boletim G2 de Farah.
Tendo como "chaves" é essencial para a exportação de qualquer criptografia sob as leis de controle de exportação dos EUA.
A NSA desempenha um papel proeminente nas deliberações sobre se tais produtos podem ser exportados. Ele rotineiramente recusa todos os pedidos acima de um nível megabyte que excede a capacidade técnica da NSA para o descodificar. Esse tem sido o padrão durante anos para a NSA, bem como os departamentos de Defesa, do Comércio e do Estado.
Especialistas em segurança informática dizem que o driver de software do Windows usado para funções de segurança e criptografia contém características incomuns da NSA dar o acesso backdoor.
Os especialistas em segurança identificaram o motorista como Advapi.dll. Ele controla e permite uma grande variedade de funções de segurança. Os especialistas dizem que no Windows, ele está localizado em C: \ \ Windows \ system.
Especialista Nicko van Someren diz o motorista contém duas chaves diferentes. Um deles foi usado pela Microsoft para controlar as funções de criptografia do Windows enquanto outro inicialmente permaneceu um mistério.
Então, há duas semanas, uma empresa de segurança dos EUA concluiu que a segunda chave pertencia a NSA. Análise do condutor revelou que foi etiquetado CHAVE enquanto o outro foi marcado NSAKEY, de acordo com fontes. A chave NSA, aparentemente, tinha sido construído para o software da Microsoft, que fontes da Microsoft não nego.
Isso tem permitido o acesso restrito ao software de código-fonte da Microsoft que permite que tal programação.
Acesso ao código-fonte do Windows é suposto ser altamente compartimentada, realmente fazendo essas ações mais fácil, porque muitas das pessoas que trabalham com o software não veria o acesso.
Esse acesso ao sistema de criptografia do Windows pode permitir NSA comprometer todo o sistema de funcionamento de uma pessoa. As chaves da NSA são disse a ser contido dentro de todas as versões do Windows desde o Windows 95 OSR2 em diante.
Ter uma chave secreta dentro do sistema operacional Windows torna "extremamente fácil para o NSA para carregar os serviços de segurança não autorizadas em todas as cópias do Microsoft Windows, e uma vez que estes serviços de segurança são carregados, eles podem comprometer efetivamente o sistema operacional inteiro", segundo Andrew Fernandez, cientista-chefe com Cryptonym Corporation of North Carolina.
Mantenha contato com as mais importantes notícias recentes sobre desenvolvimentos críticos ao redor do mundo com Boletim G2 de Joseph Farah, o prémio, fonte de notícias on-line inteligência editado e publicado pelo fundador do WND.

Read more at http://www.wnd.com/2013/06/nsa-has-total-access-via-microsoft-windows/#1K3Igt53G2LShsvF.99 


FONTE: JORNAL WND.EUA.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

AS CONTRADIÇÕES DA TEORIA DA EVOLUÇÃO


É a abiogénese irrelevante para a teoria da evolução?

Por Jeff Miller, Ph.D.
A Lei da Biogénese diz que na natureza, a vida só pode surgir proveniente de outra vida do mesmo tipo (Miller, 2012). Devido a isso, segundo as evidências científicas a abiogénese (isto é, a vida a surgir de material sem vida) é impossível. Como é que, então, uma teoria ateísta como a evolução darwiniana pode ser considerada aceitável?
Existe uma tendência crescente entre os evolucionistas de tentar evitar o problema da abiogénese alegando que a teoria da evolução não está de maneira nenhuma relacionada com a origem da vida, mas é sim uma teoria que começa com a vida já existente – e explica a origem das espécies a partir da forma de vida original. No entanto, esta posição esperançosa é um esforço para evitar a consequência lógica da Lei da Biogénese.
Historicamente, os evolucionistas reconheceram que a abiogénese é uma pressuposição fundamental inerente à teoria da evolução, e intuitivamente ela deve ter acontecido. Em 1960, o fisiologista evolutivo G.A. Kerkut listou a abiogénese como primeira suposição numa lista de suposições não-provadas sobre as quais assenta a teoria da evolução:
A primeira suposição é a de que coisas sem vida deram origem a material com vida, isto é, a geração espontânea ocorreu (Kerkut, 1960, p. 6).
A teoria da evolução é uma tentativa de explicar a origem das espécies através de meios naturais – sem Criação sobrenatural. Logicamente falando, a menos que se queira conceder a existência de Deus e subscrever ao evolucionismo teísta como forma de explicar a origem da vida (posição que já se mostrou ser insustentável, cf. Thompson, 2000), a abiogénese deve ter ocorrido no princípio como forma de dar início ao processo da evolução Darwiniana. A abiogénese é requerida pela evolução como um ponto de partida.
Para além disso, o geólogo evolucionista ateu, Robert Hazen, que recebeu o seu doutoramento em Harvard, admitiu que ele assume que a abiogénese ocorreu. Na sua palestra com o nome Origins of Life, ele diz:
Nesta palestra eu faço a suposição inicial de que a vida surgiu através de algum processo natural. Proponho que a vida surgiu como resultado duma sequência de eventos que são completamente consistentes com as leis naturais da Física e da Química. (2005).
Mais uma vez, a teoria da evolução é uma tentativa de explicar a vida através de processos naturais, e a abiogénese tem que ser associada à teoria.
Hazen continuou declarando que ao fazer esta suposição, ele está a agir “da mesma forma que a maioria dos cientistas age” (2005). Faz sentido que os evolucionistas ateus admitam a sua crença na abiogénese uma vez que sem esta, não há ponto de partida para a evolução ateísta. No entanto, muitos evolucionistas não querem publicamente admitir tal crença uma vez que não existe qualquer tipo de suporte científico para ela; é uma fé cega, um dogma religioso.
É verdade também que os ateus usam o termo “evolução” como uma palavra abrangente, que engloba todos os modelos naturalistas que se focam nas nossas origens – incluindo a origem do cosmos. Uma simples busca pelos termos “evolução cósmica” ilustra esta alegação.
Consideremos, por exemplo, o título do site do astrofísico da Universidade de Harvard Eric Chaisson: “Evolução Cósmica: Do Big bang até a Humanidade” (2012). Consideremos também os comentários do historiador principal da NASA, Steven Dick:
A evolução cósmica começa . . . com a formação das estrelas e a formação de sistemas planetários, e procede . . . para a vida primitiva e complexa, culmina com a inteligência, tecnologia e astrónomos . . . a contemplar o universo . . . Esta história da vida no universo, do nosso lugar nele, é conhecida como evolução cósmica (2005).
Se o ateísmo é verdadeiro (isto é, se Deus não existe), na mítica história de Steven Dick o Universo deve ter evoluído do nada para o tudo e a abiogénese deve ter ocorrido algures pelo meio. Portanto, a abiogénese é um fenómeno fundamental e implícito da teoria da evolução. Os criacionistas apenas usam os termos dos evolucionistas ateus da mesma maneira que eles o usam.
A verdade dos factos é que, não é possível dar início a um estudo das Ciências Naturais ou Biologia – disciplinas que são intimamente conectadas à teoria da evolução pela maioria da comunidade científica – sem primeiro estudar a origem de tal vida que alegadamente evoluiu duma organismo unicelular para as várias formas de vida presentes actualmente na Terra.
De forma quase unânime, os livros escolares das Ciências Naturais e de Biologia incluem uma discussão da biogénese, da abiogénese (ironicamente, discute-se o trabalho de Pasteur, Spallanzani, e Redi, que refutaram a teoria da abiogénese), e uma extensa discussão da teoria da evolução como se todas fizessem parte do mesmo corpo de doutrina.
Mas o estudo da vida – Biologia – tem que ter um ponto de partida. Portanto, os próprios evolucionistas estabelecem ligação entre o problema da abiogénese com a teoria da evolução. Se a comunidade evolucionista deseja separar o estudo da Biologia do estudo da teoria da evolução – uma posição que eu recomendo fortemente – então os evolucionistas podem colocar as suas cabeças na areia e ignorar o problema da abiogénese. Mas a distinção da teoria da evolução com a origem da vida não será feita enquanto os evolucionistas não separarem a teoria da evolução da Biologia.
A verdade dos factos é que a abiogénese permanece intimamente ligada à teoria da evolução como uns dos pilares fundamentais do ateísmo, e é aí que ela vai ficar. As duas encontram-se intimamente ligadas; ou elas subsistem juntas ou ambas vão abaixo. Chegou a hora do naturalista ser mais frontal e admitir que a sua crença religiosa na teoria da evolução baseia-se na aceitação cega dum fenómeno que contradiz as evidências cientificas: a vida a surgir como resultado das forças naturais (e não como efeito do Poder criativo de Deus).
“Muito tenho que dizer e julgar de vós, mas Aquele que Me enviou é Verdadeiro; e o que Dele tenho ouvido, isso falo ao mundo.”  João 8:26
REFERÊNCIAS
Chaisson, Eric (2012), “Cosmic Evolution: From Big Bang to Humankind,” Harvard College Observatory,https://www.cfa.harvard.edu/~ejchaisson/cosmic_evolution/docs/splash.html.
Dick, Steven J. (2005), “Why We Explore: Our Place in the Universe,” NASA,http://www.nasa.gov/exploration/whyweexplore/Why_We_13.html.
Hazen, Robert (2005), Origins of Life, audio-taped lecture (Chantilly, VA: The Teaching Company).
Kerkut, George A. (1960), The Implications of Evolution (London: Pergamon).
Miller, Jeff (2012), “The Law of Biogenesis,” Reason & Revelation, 32[1]:2-11, January,http://www.apologeticspress.org/apPubPage.aspx?pub=1&issue=1018&article=1722.
Thompson, Bert (2000), Creation Compromises (Montgomery, AL: Apologetics Press).
Copyright © 2012 Apologetics Press, Inc. All rights reserved.

OS DIAS DA CRIAÇÃO


Os dias de Génesis

Se, por exemplo, a palavra “dia” nestes capítulos não significa um período de 24 horas, então a interpretação das Escrituras é impossível.
(Marcus Dods (1834–1909), Teólogo escocês, Professor de Exegese do Novo Testamento e Reitor do “New College” (Edimburgo) – The Book of Genesis, Armstrong, NY, p. 4, 1907)

Tiveram os dias da Semana de Criação a duração de 24 horas ou eram os mesmos longos períodos de tempo? Este artigo vai discutir as palavras de qualificação de tempo que o autor tinha disponível e o significado que ele tencionava passar através da escolha feita.

O significado de yôm

Quando Moisés, segundo a inspiração de Deus, compilou a descrição da criação em Génesis 1, ele usou a palavra hebraica yôm para ‘dia’. Ele combinou yôm com números (‘primeiro dia’, ‘segundo dia’, ‘terceiro dia’, etc.) e com as palavras “tarde e manhã”. Para além disso, a primeira vez que ele usou a palavra yôm, ele definiu-a como sendo o ciclo “noite/dia” (Genesis 1:5).
A partir daí, por toda a Bíblia, sempre que yôm foi usada desta forma, ela significousempre um dia normal com 24 horas.
Há, portanto, um caso prima facie de que, sempre que Deus usou a palavra yôm desta forma, Ele tencionou sempre passar a mensagem de que os dias da criação haviam sido dias normais.
Consideremos agora outras palavras que Deus poderia ter usado se Ele quisesse transmitir a noção de que os dias da criação haviam sido longos períodos de tempo e não dias com 24 horas de duração.

Algumas palavras hebraicas para definir períodos de tempo

Há várias palavras hebraicas que se referem a longos períodos de tempo. Entre estas encontram-se as palavras:
  • qedem, que é a principal palavra-única para “antigo”, e às vezes é traduzida como “da antiguidade”
  • olam significa ‘permanente’ ou ‘eternidade’ e a mesma é traduzida como “perpétuo”, “dos tempos antigos” ou “para sempre”
  • dor significa ‘uma revolução do tempo’ ou ‘uma era’ e é às vezes traduzida como “gerações”
  • tamid significa ‘continuamente’ ou ‘para sempre’
  • ad significa ‘tempo ilimitado’ ou ‘para sempre’
  • orek usada com yôm é traduzida como “duração de dias”
  • shanah significa ‘um ano’ ou ‘a revolução do tempo’ (da mudança de estações)
  • netsach significa ‘para sempre’.
Palavras para um período de tempo mais curto são, por exemplo, eth (um termo geral para tempo); e moed, significando “estações” ou “festivais”.
Vamos agora considerar como algumas destas palavras poderiam ser usadas.

1. Eventos antigos.

Se Deus nos quisesse dizer que os eventos da criação ocorreram há muito tempo no passado, haveria formas de o fazer:
  • yamim (plural de yôm), usada sozinha ou com “tarde e manhã” significaria que foram dias de tardes e manhãs. Esta seria a forma mais simples que mais facilmente poderia significar muitos dias e portanto a possibilidade de vastas eras.
  • qedem sozinha ou com “dias”, significaria “e foi desde os dias da antiguidade
  • olam com “dias” significaria também “e foi desde os dias da antiguidade“.
Portanto, se Deus nos quisesse comunicar uma criação antiga, havia pelo menos três formas através das quais Ele poderia tê-lo feito. No entanto, Deus não usou nenhuma delas.

2. Um evento contínuo desde a antiguidade.

Se Deus nos quisesse dizer que a criação começou no passado mas que continuava no futuro (significando algo parecido com a evolução “Teísta”) havia várias formas de fazê-lo:
  • dor usado singularmente ou com a palavra “dias”, “dias” e “noites”, ou “tardes e manhãs”, poderia significar “e foram gerações de dias e noites“. Esta seria a melhor palavra para indicar os períodos longos necessários para a evolução, se isto fosse o que Deus tinha em Mente.
  • olam com a preposição le, adicionado às palavras ‘dias’ ou ‘tarde e manhã’ poderia significar “perpétuo”; outra construção le olam va-ed significa ‘a partir da era em frente’ e é traduzida como ‘para todo o sempre’ em Êxodo 15:18.
  • tamid unida à palavra ‘dias’, ‘dias’ e ‘noites’, ou ‘tarde’ e ‘manhã’, poderia significar “e foi a continuação de dias“.
  • ad usada sozinha ou com olam poderia significar “e assim foi para sempre“.
  • shanah (ano) poderia ter sido usada figurativamente para “longo tempo”, especialmente no plural.
  • yôm rab significa literalmente “um dia longo”. Esta construção poderia ter sido usada por Deus se Ele quisesse que nós entendêssemos que os “dias” eram longos períodos de tempo.
Portanto, se Deus quisesse que nós acreditássemos num longo período de processos criativos, existem várias expressões que Ele poderia ter usado. No entanto, Deus nãousou nenhuma delas..

3. Tempo ambíguo.

Se Deus quisesse que nós soubéssemos que a criação ocorreu no passado, embora não fornecendo qualquer tipo de indicação real em torno da duração do processo, havia formas de o fazer:
  • yôm combinada com “luz” e “escuridão”, poderia significar “e foi um dia de luz e escuridão”. Isto poderia ser ambíguo devido ao uso simbólico de “luz” e “escuridão” no resto da Bíblia Hebraica. No entanto, yôm usada com “tarde e manhã”, especialmente com um numero associado, nunca é ambígua.
  • eth (‘tempo’) combinada com “dia” e “noite” como em Jeremias 33:20 e Zacarias 14:7poderia ser ambígua. O mesmo se tivéssemos eth combinada com “luz” e “escuridão” (construção teorética).
Se alguma dessas formas tivesse sido usada, a duração dos “dias” da criação seriam uma questão aberta a debate. No entanto, e sem surpresa alguma, Deus escolheu não usar nenhuma destas expressões.

A intenção do autor.

As considerações seguintes mostram-nos o que Deus pretendia que nós entendêssemos:
1. O significa de qualquer parte da Bíblia tem que ser decidida segundo as intenções do Autor.
No caso de Génesis, a intenção do autor era claramente a de escrever uma descrição histórica. Isto é feito manifesto pela forma como o Senhor Jesus e o Apóstolo Paulo consideravam Génesis – que o mesmo é a Verdade e não algo simbólico, alegórico ou mítico.
É declaradamente óbvio que não foi intenção do autor transmitir alegorias, poesia, fantasias ou mito. Portanto, o que Deus, através de Moisés, disse sobre a criação em Génesis não pode ser interpretada duma forma que contraria as intenções do autor.
Moisés usou, de facto, algumas das palavras em referência a “longos períodos de tempo”, mas nunca em referência aos dias da criação. Por exemplo:
  • Génesis1:14, “E disse Deus: Haja luminares na expansão dos céus, para haver separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais e para tempos determinados [moed] e para dias e anos
  • Génesis 6:3, “Então disse o Senhor: Não contenderá o meu Espírito para sempre[olamcom o homem
  • Génesis 9:12, “E disse Deus: Este é o sinal do concerto que ponho entre mim e vós, e entre toda a alma vivente, que está convosco, por gerações eternas [olam dor].”
  • Números 24:20, “E, vendo os amalequitas, alçou a sua parábola, e disse: Amalec é o primeiro das gentes; porém o seu fim será para perdição [ad]
  • Deuteronómio 30:20, “Amando ao Senhor, teu Deus, dando ouvidos à sua voz e te achegando a ele: pois ele é a tua vida e a longura dos teus dias [yôm orek]
  • Deuteronómio 32:7, “Lembra-te dos dias da antiguidade [yôm olam]” ’;
….e assim sucessivamente.
Porque é que Deus não usou nenhuma dessas palavras em referência aos dias da criação, vendo que Ele as usou para descrever outras coisas? Claramente, era Sua intenção que nós entendêssemos que os dias da criação foram dias normais, e não longos períodos de tempo, como imaginam alguns.
O professor James Barr, professor de Hebraico na Universidade de Oxford concorda que as palavras usadas em Génesis 1 referem-se a “uma série de seis dias que eram os mesmos que os dias de 24 horas que nós hoje experimentamos“. Paralelamente, ele acrescenta que não conhece professor de Hebraico em alguma universidade de topo que diga o contrário.
[Atenção que isto não significa que Barr aceite que Génesis seja historicamente verdadeiro; ele apenas afirma que, em sintonia com os professores de Hebraico de renome (incluindo ele mesmo), as palavras em Hebraico referem-se a dias normais.]
2. As crianças não tem problemas em entender Génesis 1. Os adultos, por sua vez, aplicam conceitos externos à Bíblia (principalmente ideias que partem de fontes ateístas/evolutivas) como forma de interpretar a Bíblia. É apenas e só por isso que outras “interpretações” são levadas em consideração.
3. A Bíblia é a Mensagem de Deus para o homem e como tal, ela faz declarações autoritárias em relação à realidade. Se alguém remove alguma parcela da Bíblia do domínio da realidade, Deus pode mesmo assim comunicar connosco, mas o leitor nunca pode ter a certeza se ele entende as intenções do autor.
Para além disso, se a comunicação de Deus para nós está fora do domínio da realidade, então nós não podemos saber se alguma parte da Bíblia significa o que as palavras dizem ou se significam algo totalmente diferente.
Por exemplo, se aplicarmos o critério usado pelos crentes nos “milhões de anos” na Ressurreição do Senhor Jesus, então se calhar Ele não ressuscitou dos mortos literalmente, mas sim, numa forma que está para além do nosso entendimento. Se calhar foi uma “ressurreição alegórica”.
Quando tais jogos de palavras são feitos com a Bíblia (exactamente o que os esquerdistas e os demónios querem que aconteça), não só a Bíblia perde a sua Autoridade, como nós perdemos a perspectiva Divina da realidade, e o Cristianismo perde o seu poder transformador.
4. Se os “dias” de Génesis não eram dias normais, então Deus pode ser Acusado de ter enganado o Seu Povo durante milhares de anos. Os comentadores Judeus e Cristãos universalmente consideraram os dias de Génesis como dias normais até a altura em que a Igreja começou a tentar harmonizar a Bíblia com os mitológicos “milhões de anos” e a fábulas de Darwin.

Conclusão:

Em Génesis 1, Deus, através de Moisés, desdobra-Se para mostrar que os dias da criação foram dias normais – 24 horas cada. Para atingir este fim, Ele usou a palavra hebraicayôm, combinada com um número e com as palavras “tarde e manhã”.
Se Deus quisesse que nós soubéssemos que era uma criação antiga, Ele poderia tê-lo feito usando as variadas formas de identificar longos períodos de tempo.
Se Ele tivesse em Mente a evolução “Teísta”, havia várias construções que Ele poderia ter usado no Texto Sagrado. Se se tivesse como propósito mostrar que o factor tempo era ambíguo, então a linguagem hebraica continha formas de o fazer.
No entanto Deus não usou formas literárias que passassem a mensagem de algo que não dias normais.
O único significado que é possível extrair a partir do Hebraico é o dos dias da criação serem dias de 24 horas. Deus não poderia ter comunicado este ponto de forma mais clara do que a forma presente em Génesis 1.
Se acreditas que a Terra tem milhões de anos mas ao mesmo tempo aceitas a Bíblia como a Palavra de Deus, faz um pequeno exercício:
  • Se Deus REALMENTE tivesse criado em seis dias, de que forma é que Ele teria que pôr isso na Bíblia de forma que tu aceites, para além da forma que já está Revelada?Dito de outra forma; imagina que tu estás no lugar de Deus e queres que o mundo saiba que a criação durou seis dias. Como é que deixarias isso por escrito?
Se fores honesto contigo próprio, vais vêr que, para além da forma como a criação está descrita na Bíblia, não há outra forma de mostrar que a criação durou seis dias normais.
A confirmação Divina para isto – se fosse mesmo necessária – vem do Livro de Êxodo 20. Para manteres a tua crença em “dias alegóricos” ou “dias poéticos”, vais ter que defender a tese de que Génesis e Êxodo são – ao mesmo tempo – poéticos APENAS onde se falam dos dias da criação.
Isso faz algum sentido para ti? Até onde estás disposto a torcer a Palavra de Deus de modo a que esta acomode os mitológicos “milhões de anos”?
Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor, teu Deus: não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou: portanto, abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou.
Êxodo 20:9-11